8.3.13

Padrão das calçadas de São Paulo - de acordo com a Lei 15.442

Esta é uma das nossas mais recentes obras. Avenida Francisco Matarazzo, 1400 - Água Branca - São Paulo.


O novo padrão prioriza a separação das calçadas em duas ou três faixas, de acordo com a largura e com finalidades diferentes:


1 - A mais próxima da rua é a chamada faixa de serviço, sendo que sua largura mínima deve ser de 0,75 m. É o lugar em que poderão ser colocados sinais de trânsito, postes de iluminação, bancos e qualquer outro mobiliário urbano aceitável, além de também poder receber gramas ou ser uma área ajardinada.

2 - A segunda, que é opcional, só pode existir em calçadas que tenham mais de 2,5 m de largura. Chamada de faixa de acesso, é a que fica mais próxima ao imóvel e serve para acessá-lo. Nesta faixa é permitido colocar mesas, vasos com plantas, toldos e certas propagandas, desde que sejam adequados à decoração do prédio ou casa. Também pode receber área ajardinada.

3 - A última área, a chamada faixa livre, deve ter largura mínima de 1,20 m e serve para a locomoção dos pedestres. A cor do piso (ou a paginação) deve ser diferente das outras faixas, e aqui não pode existir nenhum obstáculo. A superfície precisa ser lisa e qualquer remendo deve ter acabamento esmerado, para deixar o piso sem imperfeições.
Consultoria: EMc³

Materiais permitidos:
Segundo as normas atuais da cidade de São Paulo, quatro revestimentos são aceitos em calçadas: pisos intertravados, ladrilhos hidráulicos, placas de concreto, e concreto moldado in loco.

ATENÇÃO: Em SP está proibido usar pedras Miracema em calçadas externas!

É assim que tem que ser. É assim que nós fazemos.
Mas temos outros modelos. Sempre respeitando a Lei, mas também os interesses e as condições de cada cliente.



NOSSO PROJETO PARA ALTERAR A LEI DAS CALÇADAS DE SÃO PAULO

Estamos encaminhando à Câmara Municipal e à Prefeitura de São Paulo (com cópia a todas as subprefeituras) um Projeto Especial de Alteração da Lei 15.442/11 (conhecida como Lei das Calçadas), promulgada a partir do Projeto de Lei 409/10 do então Vereador Domingos Dissei (DEM). Meu texto foi escrito com dois propósitos principais: primeiro, condicionar a multa (de R$ 300,00 por metro linear) à geografia e à capacidade contributiva do usuário, pois, equalizar valores de aplicação entre regiões de características econômicas díspares — é uma injustiça deselegante. Segundo, há na atual Lei alguns aspectos físicos e arquitetônicos de construção que contém erros. Proponho corrigi-los. Logo mais publicarei aqui o texto completo. Veja a atual Cartilha. E uma crítica da minha querida Raquel Rolnik, professora da FAU-USP. Essa foi a principal razão de termos criado a empresa Calçadas do Brasil Ltda. Em São Paulo, nosso parceiro preferencial na zona sul é a tradicional Jorge Construções Ltda. Na Baixada Santista, os projetos são tocados pela NorteSul. Afinal, ideias flexíveis sempre se concretizam.




Porém, se Você (ou seu Condomínio) ainda não conseguiu caixa suficiente para construir ou reformar sua calçada (ou tem outras prioridades mais urgentes), a Calçadas do Brasil tem a solução racional: Nós financiamos as obras, ou estabelecemos um cronograma mais dilatado de construção, de modo a atendermos ao que manda a Lei das Calçadas, suspendendo a possibilidade de aplicação de multas pela Subprefeitura da sua região. Tudo absolutamente de forma legal. E os respectivos pagamentos serão feitos à medida em que suas condições financeiras forem permitindo. Ou seja: eliminamos o seu risco de sofrer a multa de R$ 300,00 por metro linear da sua calçada. Nós garantimos!

Consulte-nos sobre essa saída absolutamente legal e juridicamente perfeita.





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Normas Técnicas: Tempo de cura do concreto

EMc³

A Calçadas do Brasil tem uma equipe própria, com profissionais altamente capacitados. Além disso, terá pelo menos duas empreiteiras em cada bairro da cidade de São Paulo. A partir daí iremos expandir para a região metropolitana, usando os mesmos critérios. Mais tarde (porém logo) teremos franquias em todas as cidades do Brasil, sem exceção.




Nossa revolucionária Política de Parcerias prevê a criação de um SITE para cada cliente, totalmente grátis, inclusive o registro do domínio, a manutenção e a hospedagem (por um ano). Se solicitado, também oferecemos mil cartões de visita de ótima qualidade.




Duas das nossas obras mais recentes — maio de 2014 (Click nas imagens):


  






Nossa meta é faturar R$ 10.000.000,00 nos próximos doze meses. E depois crescer 100% ao ano.
A propósito de estabelecimento de METAS veja este vídeo =>


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O passo-a-passo da execução de um piso intertravado.


Pavimento Intertravado de Concreto

Os pavimentos de concreto intertravado são compostos de peças pré-moldadas que não utilizam rejunte e são assentadas diretamente sobre um colchão de areia. Este sistema facilita a drenagem da água e, portanto, aparece como uma boa opção para a redução de impactos das chuvas, colaborando para a diminuição de superfícies impermeabilizadas e diminuindo o escoamento superficial.

A realização de reparos e manutenção em pisos intertravados também é facilitada, pois as peças podem ser retiradas e recolocadas sem a necessidade de quebras e geração de resíduos sólidos.

Especificação técnica

As características das peças de concreto intertravado variam de acordo com o tipo de tráfego que o pavimento comportará. Segundo o engenheiro civil Renato Pellegrinelli, para circulação de pedestres, o piso deve apresentar espessura de 4 cm. Já para veículos leves (automóveis), a espessura recomendada é de 6 cm. Para veículos pesados (caminhões), a espessura é de 10 cm.

A resistência do material também muda conforme o tipo de tráfego sobre o pavimento. Todos esses pisos, segundo o consultor, devem atender a uma resistência mínima de compressão de 35 MPa para a circulação de veículos leves e de 50 MPa para veículos pesados.

O formato e a paginação das peças também podem variar. O mais comum é dispor os blocos em fileiras ou cruzá- los em forma de "espinha de peixe".






Logo mais publicaremos aqui mais informações técnicas sobre o assunto.